celio gato preto

Célio Gato Preto

Comentarista do Jornal da Cultura

Sou mais conhecido como Piolho. Por ser um garoto pequeno, sou criado por minha avó, viúva do Seu Zé!

Dizem as más línguas que meu pai é um magnata. O vejo sempre com Galaxy preto, todo cromado, dizem é que doutor. Minha mãe, após meu nascimento, me deixou com minha avó e foi à Capital tentar a sorte e nunca mais voltou.

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Manhã ensolarada, domingo, finda a santa missa. Tudo preparado para a grande final.

Hoje, no calçadão, defronte a Matriz, encerra-se o 10º Campeonato de Botão. Campeonato Muito disputado. Chave A contra chave B. Não houve surpresa.

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Eu era um trabalhador. Incansável, árduo, luto pelo meu bem estar. Não penso duas vezes se me pedem para fazer hora extra. Só fico pensando no salário mais gordo no fim do mês.

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O filme “Mad Max” profetizou que num futuro próximo, passaríamos por uma crise do petróleo. Um caminhão tanque não poderia sair sem escolta. Uma gota do precioso líquido jamais poderia ser desperdiçada.

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Vai findando mais um ano! Quero compartilhar dicas de livros que li ao longo do ano.

Um livro autobiográfico pouco comentado foi “A Rainha do Sul”, de Arturo Pérez-Reverte, que conta a história de uma mulher solitária que constrói um império a partir do nada, num mundo implacável inteiramente dominado por homens, o mundo do narcotráfico. É uma edição de 2003 e pode ser encontrado na Biblioteca Municipal, assim como os outros que citarei.

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É cedo! Meu irmão acorda atrasado. Paga sua Monark zero, comprado no tradicional Comercial Del Nero. Sai da Manoel Leme até o Mercado Volpi para pegar leite e pão para o café da manhã.

Encosta a magrela na guia, sem tranca. Faz a compra e sai apressado a pé! Sim, a pé! A magrela ficou lá, novinha e sem cadeado. Tomamos café e fomos ao Cel., onde ficamos até o meio-dia.

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Nesses dias causaram burburinhos as peladonas dos pampas, que vestem só tênis e saem às ruas. Gesto de coragem num país que tem 500 anos e uma grande crise estrutural, sendo 300 anos de tráfico humano.

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Era uma vez um prefeito, um vice e um padre. Só os três tiveram a ideia de remodelar a praça central. O padre na sua inocência crê que a praça é escura e perigosa. O prefeito não queria perder uma oportunidade dessa e abraçou o projeto.

O vice carola ficou no meio a meio com o sonho do padre e o projeto megalomaníaco do prefeito. Vivíamos noutros tempos que sorrir era proibido.

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Domingo. Hilário Harder. A tarde prometia Lemense x XV de Piracicaba. As arquibancadas cheias, o Lemense um timaço, o XV caiu e manteve seu time da primeira divisão. Então um jogão!

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Senhor de imensas terras e escravos, influente na corte. Solteiro. Vindo de família austríaca e agraciado pelo império com vastas glebas de terras. Com belíssima sede, com vastos quartos e arquitetura europeia. Para mostrar riqueza, resolve dar uma grande festa em seu aniversário.

Fazer uma grandiosa festa! Contataria vindo da Europa um cozinheiro. Tudo isso escolhido a dedo. No convite em letras banhadas a ouro, em destaque aparece: “Abro mão de presente. Vossa ilustre presença já basta”.

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