Comerciante é preso por receptação de veículo

Na manhã de domingo (10) o Centro de Operações da Polícia Militar (Copom) recebeu a informação, através de um funcionário de uma empresa seguradora, de que um veículo furtado estaria em Leme.

Os policiais cabo Porto e o soldado Lins foram acionados, a fim de averiguar o fato,  até a Rua Major Arthur Franco Mourão, no bairro Bela Vista. Por lá, uma testemunha, a qual se identificou como técnico da empresa de monitoramento, estava de posse de um aparelho que acusava a presença do veículo rastreado a poucos metros daquele local, onde funciona uma funilaria.

Foi feito contato com o proprietário do estabelecimento, onde os policiais realizaram uma varredura entre os carros existentes, porém nada foi detectado naquele local. Só que o sinal do rastreador ficava mais forte, indicando algo em uma residência bem próxima.

Foi feito  contato com morador da residência onde foi constatado pelo sinal emitido do aparelho que o veículo Fiat Strada, de cor branca, ano 2008  estava naquele local.

Um homem compareceu dizendo que o veículo pertence a sua avó e a mesma o possuía há bastante tempo. Os policiais abriram o veículo, notaram que o sinal de rastreamento havia sido zerado e, ao fiscalizaram a placa, observaram que a tarjeta estava amarrada com arame, fora dos padrões de costume, e que o bloco da numeração do chassi parecia implantado artificialmente por baixo, bem como a numeração constante nos vidros desalinhada dos padrões, tudo indicando que o veículo teria sido furtado em datas anteriores.

Diante dessas irregularidades, o suspeito acabou confessando que havia comprado o veículo de um indivíduo, ciente que o carro era produto de furto, tendo colocado as placas originais EAC–4402, da cidade de Chavantes/SP, para rodar.

O veículo foi apreendido, sendo dada a voz de prisão em flagrante ao indiciado, um comerciante de 33 anos. O delegado de polícia, Dr. João Pinheiro Neto, tomou conhecimento do ocorrido e, por se tratar de um crime afiançável, foi arbitrado o valor da fiança de R$ 17.600,00 reais, a qual não foi paga, sendo o indiciado recolhido à Cadeia Pública de Pirassununga.

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