Uma nova cultivar de pimenta está pronta para ganhar o mundo e ter as suas sementes disponibilizadas e comercializadas para produtores, companhias de sementes e empresas de processamento: a BRS Juruti (Capsicum chinense Jacq.), desenvolvida dentro do programa de melhoramento de Capsicum da Embrapa Hortaliças (Brasília-DF), recebeu sinal verde do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), através da certificação oficial emitida pelo Serviço Nacional de Proteção de Cultivares (SNPC) do MAPA, em agosto último.

A BRS Juruti veio juntar-se ao grupo formado pelas cultivares BRS Sarakura e BRS Garça, únicas cultivares de pimenta Capsicum protegidas no Brasil, e que em breve será acrescido de mais uma nova integrante – a BRS Nandaia encontra-se com proteção provisória, aguardando para breve a averbação oficial, dado o cumprimento dos requisitos para obtenção de proteção definitiva. Com mais essa certificação, chegará a quatro o número de cultivares de pimentas protegidas no País, todas do programa Capsicum. "Hoje, no Serviço Nacional de Proteção de Cultivares do MAPA, temos três cultivares de pimentas protegidas, todas do nosso programa de melhoramento", acentua a pesquisadora Cláudia Ribeiro.

Coordenadora dos projetos relacionados ao melhoramento genético de pimentas e pimentões da Unidade, a pesquisadora acredita que a BRS Juruti vai atender a uma demanda crescente por materiais de pimenta vermelha com as suas caraterísticas, onde se destaca o alto teor de capsaicina, componente que confere picância à Capsicum.

Segundo ela, tanto no mercado interno, como externo, há uma procura muito grande pelo mash, pasta de pimenta utilizada para fabricação de molhos picantes. "Há, por exemplo, um tipo de pimenta como a Jalapeño, muito utilizada pela indústria pelo seu alto rendimento de polpa, mas que não possui o nível de ardor normalmente exigido, e aí entra o mash de uma pimenta com alta pungência, aliando o ardor ao rendimento de polpa".

"Então, podemos afirmar que entre as cultivares desenvolvidas no Brasil, BRS Juruti e BRS Nandaia são as primeiras variedades do grupo habanero que cumprem esse papel, até então sem similar em nosso mercado", acrescenta.

CARACTERÍSTICAS

A BRS Juruti é uma cultivar de polinização aberta, desenvolvida para atender tanto o mercado de frutos frescos como a agroindústria. Além de altamente picante e aromática, a cultivar apresenta resistência múltipla a doenças, alta produtividade e uniformidade de plantas e frutos.

Exigente em calor e sensível a baixas temperaturas, a BRS Juruti é recomendada tanto para cultivo em campo aberto – trata-se de uma cultivar especialmente adaptada para o período de seca na região do Planalto Central – como em cultivo protegido.

Outras recomendações técnicas para o cultivo de pimentas, em geral, estão disponíveis no site www.embrapa.br/informacao-tecnologica/spe.

SEMENTES

Está previsto para novembro próximo o lançamento de edital para seleção pública pela Embrapa Produtos e Mercado (SPM), com o objetivo de licenciar empresas interessadas em produzir e comercializar as sementes da BRS Juruti. Até lá, a ideia é agregar esforços no sentido de disponibilizar para o mercado um volume suficiente de sementes genéticas para serem multiplicadas pelas empresas que se adequarem às normas da licitação.

Fonte: Embrapa Hortaliças

A ACV Brasil, consultoria que visa estimular e facilitar a integração de ferramentas de gestão socioeconômica-ambiental, acaba de publicar  o estudo de Avaliação do Ciclo de Vida Comparativa entre Copos Descartáveis e Reutilizáveis que revela resultado que contradiz o senso comum. O levantamento aponta que copos de plásticos apresentam melhor performance no uso de água e energia. “O estudo foi conduzido dentro de ambiente corporativo. A ideia era ter a percepção do gasto de água e energia dentro de uma empresa com grande movimento de pessoas usando cada uma das opções, descartáveis e reutilizáveis”, explica Felipe Lion Motta, engenheiro ambiental sócio-gerente da consultoria ACV Brasil.

Para entender como foi feito o estudo Felipe explica que foi preciso eleger uma unidade funcional (UF), ou seja, base de observação: foram disponibilizados 25 mil litros de água para servir 125 mil doses de 200ml cada, para 100 pessoas. Ainda foram utilizados 62.500 copos descartáveis, utilizados duas vezes antes de ser dispensado, e 100 copos reutilizáveis, também utilizados duas vezes antes da lavagem (625 lavagens cada). No quesito uso de água, o estudo aponta que os copos descartáveis usaram, desde sua produção até seu descarte e reciclagem 26ml contra 232ml dos copos reutilizáveis lavados mecanicamente. Se contarmos a lavagem manual esse número sobe para 1.200ml. Já em relação ao gasto energético, o uso novamente do copo descartável em todo o seu ciclo de vida usa 6,66 wh /copo contra 16,01wh /copo reutilizável em lavagem mecânica.

O estudo ainda analisou extração de matéria prima, transformação, distribuição, uso e descarte. “Coletados esses dados, eles foram confrontados com modelos de avaliação de impacto ambiental e colocados em situação comparativa. Para as situações em que dados nacionais ou primários não estavam disponíveis, foi utilizada a biblioteca de inventários ecoinvent, sempre adaptando, quando possível, questões como a matriz energética, os transportes e o cenário de resíduos”, esclarece o engenheiro.

Para que o resultado fosse mostrado com a máxima precisão e isenção, o  material foi submetido a um processo de revisão e análise crítica pela consultoria KPMG, com o objetivo de garantir a solidez do estudo e a validade dos resultados, em acordo com as normas NBR ISO 14.044, que regula padrões aceitáveis de Gestão Ambiental – Avaliação de Ciclo de Vida.

Segundo Felipe Motta, “esse resultado oferece duas conclusões importantes: finalmente essa questão conta com dados cientificamente verificáveis, desconstruindo de forma definitiva apelos ambientais sem embasamento, servindo para desmistificar certos conceitos arraigados no senso comum”. Para ele, diante do cenário de crise hídrica e energética que a região Sudeste atravessa, o resultado também toma proporção de destaque, já que  representa importante contribuição ao meio ambiente e à preservação de recursos.

As placas cimentícias fabricadas pela INFIBRA com a tecnologia NTF tem ganhado cada vez mais espaço no cenário da construção civil nacional, especialmente pelo seu emprego no sistema steel frame. Graças a elas, a construção fica mais rápida, tem menos desperdício de material e menos sujeira, mais ganho de área (de 4% a 5%) e redução dos custos da fundação por ser mais leve. Porém, sua versatilidade e praticidade vão além dos usos tradicionais. Agora, pelas mãos de um arquiteto criativo, elas ganham novas aplicações, como tampo de mesas para restaurantes, mesas para áreas externas e até objetos decorativos, como um relógio de parede!

O criador destes usos inovadores da placa cimentícia da INFIBRA foi Alfio Lisi, arquiteto consagrado e também um dos maisconceituados designers de móveis e utensílios do país. Graças ao seu amor pela marcenaria e ao talento de misturar materiais, por vezes inusitados na composição de suas peças, Alfio já recebeu vários prêmios nos mais renomados fóruns do segmento de design e decoração, tanto no Brasil como no exterior.

Ao conhecer as placas da INFIBRA, o arquiteto se surpreendeu com a facilidade de manuseio e a vocação do produto para o uso em outras aplicações não convencionais. A primeira experiência foi sua utilização como tampo de mesa no projeto desenvolvido para a Choperia Zero Grau em Leme. O baixo custo, a aparência rústica, a facilidade na manutenção e o apelo estético diferenciado fizeram do projeto um sucesso. O arquiteto também já utilizou as placas como divisórias de box em banheiros de uma colônia de férias em Leme.

Depois disso, Alfio se empolgou e aplicou o produto da INFIBRA no seu novo lançamento: as “mesas coninhas”, que são pensadas especialmente para uso externo. “Fiz testes com usinagem em torno e o produto correspondeu muito bem para a simplicidade e facilidade que se precisa ter na confecção dessas peças”, diz o arquiteto. “Vejo uma possibilidade infinita para outros usos além da vocação natural do produto que é o steel frame. Pode ser usado como réguas para deck, placas em tamanhos diferenciados e com estampas como elemento decorativo de fachadas, para bancadas e tampos para banheiros e cozinhas em razão de sua impermeabilidade, enfim, o limite é a criatividade de quem usa!”, disse.

E aplicando sua própria regra, Alfio em parceria com José Inácio, operador de CNC, resolveu criar um relógio de parede utilizando a placa cimentícia como mostrador. A placa recebeu aplicações em imbuia, fixadas em encaixes escavados em baixo-relevo com o auxílio de uma fresadora CNC. O resultado foi um moderno relógio afixado na parede de sua casa, em teste para ser lançado em breve no mercado.

Para a engenheira de novos produtos da INFIBRA, Thais H. Martinetti, as iniciativas de Alfio Lisi mostram que os produtos da empresa comprovam na prática sua qualidade superior: “A facilidade de corte e acabamento, a leveza e as diversas medidas de espessura que oferecemos ao mercado, somados à qualidade da tecnologia NTF, fazem das nossas placas cimentícias um produto inovador para a construção civil e para uma infinidade de usos, como vemos nestes objetos”, concluiu.

Fonte: Assessoria de Imprensa Clip Comunicação

A Prefeitura de Leme, através da Secretaria Municipal do Meio Ambiente, iniciou, no mês de junho, a avaliação da fumaça emitida pelos veículos movidos a diesel. O trabalho inclui veículos que pertencem à frota própria da Prefeitura, além das frotas terceirizadas que prestam serviços ao município.

No cronograma, estão previstas avaliações de 144 veículos, entre eles, conduções do Corpo de Bombeiros, Saecil e de várias secretarias municipais, além da frota terceirizada pela empresa Limatur Transportes e Turismo. A avaliação, feita através da escala de RINGELMANN, tem como objetivo manter a emissão de gases desses veículos como menor possível, a fim de minimizar a quantidade de poluentes na atmosfera e contribuir para melhor qualidade do ar.

A ação também visa a incentivar a comunidade a adotar veículos ou medidas que ajudem a diminuir a emissão de gases poluentes, bem como efetuar a regulagem das bombas injetoras e colocar filtros (catalizadores) naqueles que ainda não possuem.

Os veículos em ordem receberão um selo de aprovação. Já para aqueles cuja fumaça não se encontra nos parâmetros considerados toleráveis, será emitido relatório para o responsável efetuar a devida regularização até o próximo semestre, quando ocorrerão novas avaliações.

Fonte: Secretaria de Comunicação Social

A Prefeitura do Município de Leme, através da Secretaria do Meio Ambiente, iniciou, no último sábado (13), o plantio de mudas da Campanha “Eu vejo árvores na cidade”. Nesta primeira etapa, foi feito o plantio de 41 mudas de diversas espécies, no bairro São Rafael, como parte da campanha lançada durante a Semana do Meio Ambiente. O objetivo é rearborizar os bairros da periferia, através do plantio de mudas nas calçadas.

A ação contou com a participação do prefeito Gu Zanóbia; do secretário do Meio Ambiente, Neilson Bernegossi; do chefe de instrução do TG 02-074, tenente Lúcio Pontes, acompanhado de dez atiradores; além de servidores da Secretaria do Meio Ambiente. Durante o trabalho, os profissionais puderam esclarecer dúvidas dos moradores e orientá-los sobre os cuidados com as mudas.

O projeto continua neste sábado (20), no mesmo bairro, quando serão plantadas outras 50 mudas nas calçadas. Futuramente, outros locais receberão ações similares da Campanha “Eu vejo árvores na cidade”.

Fonte: Secretaria de Comunicação Social

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